Sabe aquele blog que não é para o outro, é isso, esse blog é meu, escrevo para mim, pra fixar na memória... Num é versão de diário, porque sinceramente nem quero pra mim o vício e a obrigação de escrever todo dia (escrevo quando tenho vontade)... De modo que se alguém ler ou não... Não é o que importa, não é a essência... São meus devaneios que imperam aqui...
sábado, 16 de julho de 2011
Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta. Mas o que é um renque de árvores? Há árvores apenas. Renque e o plural árvores não são cousas, são nomes. Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem, que traçam linhas de cousa a cousa, Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais, E desenham paralelos de latitude e longitude sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso! (Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLV" Heterónimo de Fernando Pessoa)
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