sábado, 16 de julho de 2011

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta. Mas o que é um renque de árvores? Há árvores apenas. Renque e o plural árvores não são cousas, são nomes. Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem, que traçam linhas de cousa a cousa, Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais, E desenham paralelos de latitude e longitude sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso! (Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLV" Heterónimo de Fernando Pessoa)



GOOGLE+, ORKUT, BLOGGER,FACEBOOK, MSN, MYSPACE,LINKEDIN,FLICK,TAL​K - A SORTE QUE AINDA ASSIM SOMOS TODOS INVISÍVEIS.

EU DOU RISADA DE COMO PODE A MÁQUINA ESTAR MEDIANDO TUDO, E ENTÃO AQUI CONECTADO LÁ, E SE EU SUSPIRAR MAIS ALTO O MUNDO SABE?


ME PRESSIONE MENOS OK?


se meu diário fosse mesmo público e mediado - seria difícil ser meu, então escrevo o que quero aqui e quando me dá vontade, porque sei que a liberdade daqui é limitada e ao contrário de tudo é uma super-exposição do ser, numa "sociedade" de consumo, e sério evito mesmo ser produto, objeto, ainda quero ser humana por muito tempo, sem precisar da sensação do espetáculo para ser EU, o mesmo vale para busca da felicidade i se ela não existi i (i) - então (i = e daí), sou feliz assim mesmo, no caminho, no momento, e quando eu me deixo em paz!

ME PRESSIONE MENOS OK?

nem sei o que de fato eu quero, ou mesmo o que de fato deixo de querer, mas estou feliz, e acho que não é pedir demais respeito
PORQUE É FOGO AINDA SER FELIZ, PUTZ!