quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Chispa de raiva?


tem hora que eu vejo o que quero ver, nem acontecendo está, ai né, louca é pouco

ENTÃO COMO OUSA NÃO FAZER MINHA VONTADE, NÃO ME MIMAR E COISAS ASSIM...
Acho tolo que tenta camufla a raiva, ela fica na cara.
E tem pior às vezes me sinto ameaçada por nada. Mas passa rápido, nem fico ressentida muito tempo.
MAS TENHO MEUS MOMENTOS DE INSUPORTAVEL.
Não sou pessoa de ficar escondendo falhas, imperfeições, inseguranças, vergonhas... mas pensem antes de cutucar minhas feridas, se quiser se manter a salvo.
Sei como é meu deslanchar em palavras, quando me sinto a própria fera acuada.
Nem da minha arrogância, ou mesmo da minha ignorância costumo me desculpar, de verdade eu costumo remoer e ficar em paz...
Então vamos decidir se abrando este fogo ou se deixo o fogo ir em frente, se atear o fogo é o certo.
Sei como sou ateando em fogo, então falo e pronto e ai né e certeza, que vai ter muitas palavras más empregadas, muitos e coloridamente tons de voz equivocado, de verdade falo alto o que piora mesmo a minha reação de raiva, de verdade também de fúria.
E isso né provoca a mesma reação é o fogo que se alastra.
As vezes acalmo, mas é raro, num geral eu me sinto lutando pelo acredito e tal.

out-of-the-box


out-of-the-box ME SENTI UMA BARBIE RESPIRANDO FORA DA CAIXINHA...

E EU TENTANDO SER EU?

ESQUECI COMO É SER EU, PORTANTO HOJE SÓ POSTEI NO BLOG EU PARA ME LEMBRAR DE MIM MESMO"

terça-feira, 27 de setembro de 2011


Porque eu fui ficando COM TANTA civilidade, que saudades de não ser assim, queria o meu tacape de volta, custava me obedecer, putz

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

sonhei você... naquela época... mas se fosse hoje seria um pesadelo


É difícil entender isso, quando não pensamos mais em ter um futuro, mas em viver o momento...
Tanta coisa passou... e nisto, eu não imaginei que algumas coisas deixariam mesmo de existir, como se naquele momento eu tivesse apenas imaginado, como se não fosse real... e em cada fim... em cada morte, eu tambem estava ali morta e o que sou hoje, acabou muito diferente de quem eu era...

HOMO VIRTUALIS


HOMO VIRTUALIS - EU NÃO QUERO SER ISSO - AINDA AMO SENTAR NO MEU PORTÃO E CONVERSAR COM MEUS AMIGOS, ABRAÇAR DE VERDADE O LELEO E NÃO ESCREVER ABRAÇOS NO E-MAIL, NO MSN, NO ORKUT, NO TWITTER OU NO FACE...
sabe quando você começa a postar algo, e seu pensamento se perde, eu ando assim, mEU blogando, está nisso, de verdade devo ter deixando meu coração em algum lugar que não lembro, e ando tão racional que tenho medo, e nas feridas todas, eu aprendi a não ficar, a levantar voo em tudo que eu não me sinto bem, ainda teimo em tentar consertar, e ter minha opinião, mas tenho sempre que seguir para onde encontro paz...

sou de uma crueldade a parte né?


palavras ferem, verdades ferem...

eu não posso ser chamada de fragilizada, nem que realmente é fácil me fazer sentir mal com algo, aguento bem meus dramas, mas sempre odiei a fragilidade nas pessoas, que para mim que se põe no chão, é tapete, capacho, e piso. Olha que ainda sou uma pessoa boa, mas se a pessoa se coloca neste lugar não sou eu que tenho que lhe dar valor.
Lembro quando eu ama apenas a simplicidade das coisas... que me importava mais com a verdade... hoje vejo mais nítidos as ilusões e aprendi a duras penas o bendito "desencana que a vida engana"...
As minhas marcas ficam claras, e eu tenho um jeito animal de ferir todo mundo quando estou ferida, paro de medir quem estou machucando, ai esse monstro que eu sou, me faz bem, e deve fazer bem para outras pessoas, que as críticas tem seus fundamentos, e palavras, serve para refletir nossa parte e descobrir se está certo ou não, se certo fazer o melhor, se errado corrigir o processo.
O que me leva a minha arrebentação, que sei o quanto sou furiosa, mas antes poucas coisas estourariam, seriam a última gota, mas agora, a pele está mais fina, o corpo sangrar mais, tudo dói mais. Ju

"Quando você deixou de me amar, aprendi a perdoar e a pedir perdão". Renato Russo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Encostei-me

Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos,
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício.
A minha vida passada misturou-se com a futura,
E houve no meio um ruído do salão de fumo,
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez.
Ah, balouçado
Na sensação das ondas,
Ah, embalado
Na idéia tão confortável de hoje ainda não ser amanhã,
De pelo menos neste momento não ter responsabilidades nenhumas,
De não ter personalidade propriamente, mas sentir-me ali,
Em cima da cadeira como um livro que a sueca ali deixasse.
Ah, afundado
Num torpor da imaginação, sem dúvida um pouco sono,
Irrequieto tão sossegadamente,
Tão análogo de repente à criança que fui outrora
Quando brincava na quinta e não sabia álgebra,
Nem as outras álgebras com x e y's de sentimento.
Ah, todo eu anseio
Por esse momento sem importância nenhuma
Na minha vida,
Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos ---
Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma,
Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem inteligência para o compreender
E havia luar e mar e a solidão, ó Álvaro.

Álvaro de Campos

sábado, 3 de setembro de 2011

meu time


falta pouco tempo para virada de ano pessoal - eu amo meus invernos - mas eu diria que é assustador estar em quase dia de niver de 36, não pela ideia de 40, envelhecer é o de menos e as lembranças de tantos tempos que fica engraçado lembrar que faz muito tempo que algo aconteceu... exemplo o Leo com 11 agora para quase 12 lembrar algo de quando tinha 3 é diferente demais do que com 36 lembrar algo de quando eu tinha 12 e essas são as lembranças de dia de niver, da semana, como se fosse lembrar o túnel do tempo - tudo que é possível lembrar do que já vivi.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ficar ao léu



Eu li "Dia de rever conceitos e tentar acertar seus passos com caminhos mais promissores do que ficar ao léu".

MEU FICAR AO LEO (LELEO) ME FAZ MOVER MAIS DO QUE IMAGINAM... E MESMO QUE FOSSE MEU ÓCIO - ESSE MEU SER de ABRAÇO GOSTOSO QUE ME SALVA A ALMA!

Humores instáveis


SE ISSO FOSSE assistir a um filme?
todo ano
desde desde desde que eu me lembro ou que arquive como palavra - esse renascer - continua sendo forçado.
O script deste filme muda pouco... fico sonhando dias melhores... agradeço pelo que vivi e então desando a escrever para meu próprio espírito de natal, com resoluções e promessas para o que vem e a lista de desejo... que acontecia de realizar mais quando eu era pequena, acho que eu tinha mais fé.

check-up / retrospectiva do ano vivido e etc para saber como estou... hoje a resposta não seria das melhores...

Horóscopo de 24/08/2011
Hoje não é bem o dia que se pode escolher para resolver quebrar regras e ser mais livre.


sábado, 13 de agosto de 2011


EU PENSEI COM MEUS BOTÕES
* entende-se que no meu caso é pensar, porque sério eu penso por mim (risos e nem quero pensar pelos outros), referencio o fato de refletir que ao pensar ou olhar os botões abaixo, curvo-me sobre mim.

... são tantos anos e nesta época de aniversário - fico ainda mais ansiosa - as vezes perdida - as vezes saudosa... e nisso, eu sei que no parto (o do minha mãe - e que eu nasci) foi difícil - do pior jeito "fórceps" e nesta época pareço mesmo em tentar renascer.

(risos) é meu inverno astral de todo ano, nasci no fim do inverno... quase primavera! UFA como é ruim pensar MEU INFERNO ASTRAL... o que deixar, o que levar, o que querer...

AI - sei que fico mais ainda cheia de reações a flor da pele e ai que DÓ de quem fica perto!

Bandeira - ZECA BALEIRO

Eu não quero ver você cuspindo ódio
Eu não quero ver você fumando ópio, pra sarar a dor
Eu não quero ver você chorar veneno
Não quero beber o teu café pequeno
Eu não quero isso seja lá o que isso for
Eu não quero aquele
Eu não quero aquilo
Peixe na boca do crocodilo
Braço da Vênus de Milo acenando tchau

Não quero medir a altura do tombo
Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
O melhor futuro: este hoje escuro
O maior desejo da boca é o beijo
Eu não quero ter o Tejo escorrendo das mãos
Quero a Guanabara, quero o Rio Nilo
Quero tudo ter, estrela, flor, estilo



sábado, 16 de julho de 2011

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta. Mas o que é um renque de árvores? Há árvores apenas. Renque e o plural árvores não são cousas, são nomes. Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem, que traçam linhas de cousa a cousa, Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais, E desenham paralelos de latitude e longitude sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso! (Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLV" Heterónimo de Fernando Pessoa)



GOOGLE+, ORKUT, BLOGGER,FACEBOOK, MSN, MYSPACE,LINKEDIN,FLICK,TAL​K - A SORTE QUE AINDA ASSIM SOMOS TODOS INVISÍVEIS.

EU DOU RISADA DE COMO PODE A MÁQUINA ESTAR MEDIANDO TUDO, E ENTÃO AQUI CONECTADO LÁ, E SE EU SUSPIRAR MAIS ALTO O MUNDO SABE?


ME PRESSIONE MENOS OK?


se meu diário fosse mesmo público e mediado - seria difícil ser meu, então escrevo o que quero aqui e quando me dá vontade, porque sei que a liberdade daqui é limitada e ao contrário de tudo é uma super-exposição do ser, numa "sociedade" de consumo, e sério evito mesmo ser produto, objeto, ainda quero ser humana por muito tempo, sem precisar da sensação do espetáculo para ser EU, o mesmo vale para busca da felicidade i se ela não existi i (i) - então (i = e daí), sou feliz assim mesmo, no caminho, no momento, e quando eu me deixo em paz!

ME PRESSIONE MENOS OK?

nem sei o que de fato eu quero, ou mesmo o que de fato deixo de querer, mas estou feliz, e acho que não é pedir demais respeito
PORQUE É FOGO AINDA SER FELIZ, PUTZ!