sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

meu companion (aqueles que dividem o pão) me acusa (ele enlouquece com isso) de sorrir e postar coisas nas redes sociais quando não estou tão bem assim, e por exemplo, de anteontem, de uma briga daquelas horrorosas de fim de relacionamento, que precisa de algum modo chegar ao fim, eu de fato me posicionaria, como pouco falo do que vivi de verdade...
Ainda não sei se estou solteira de novo, depois de 1 ano e 11 meses, mas eu estou ocupada, ocupada comigo mesmo, mastigando aquelas frases de maldição que algumas pessoas dizem no fim... ou aquelas mais cruéis, já do tipo, esteriótipo de relacionamentos abusivos, que o feminismo nos mostra agora, mas que conhecemos em muitas outras situações, talvez antes não dávamos nome... não vivo isso, dia a dia, mas as vezes vivo, e sinto mais vergonha, pois feminismo me faria ficar mais ativa do que estou na situação, exatamente porque a vivo... tento ser forte, ou viver meu maneirismo... ou seja, ser boa...
Quem eu sou?
Porque em rede social, que assumo um grau de transparência, não mostro o que me ferem, pouco acuso, e então a felicidade é um presente para os outros...
Comecemos com o ele é legal, e eu não estou defendendo porque eu sou uma meiga virginiana com ascendente uma doce libra, eu também não sou santa, de verdade sou bem chata...
De verdade eu também penso no fim, penso isso desde o começo, porque a gente não combina, não dialoga, e antes eu me sentia amada, agora nem tanto, porque as historias se repetente e eu perco a paciência, virar a página ajudaria nós dois... e falar a verdade do que sinto, que eu tenho deixado vazar em pedaços e almas atentas percebem...
Não é a necessidade de vencer... ou de deixar para lá.
Ou eu querendo ajudar quem anda me ferindo mortalmente...
eu não quero falar sobre meu inferno...
eu preciso me direcionar, meus problemas em ser eu...
Me entender nunca foi fácil, mas agora é diferente.
Me diminuir, também não me importa, porque o peso e medida de quem sou, só aceito o meu, até porque sou bem orgulhosa...
Mudar quem eu sou? Duvido!
Não me enxerga, me fazer invisível, ou se importa mas não agir legal, ou a bendita solidão acompanhada, que agora eu sei que me deixar ser eu e cuidar da minha vida.
Mas todo joguinho emocional me cansa e vou perdendo a graça, deixando para lá, e chega uma hora que esqueço o que me fez ficar...
Segue o baile, que eu quero dançar em paz, ouço a música e estou de boa...

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

eu fui fazer meu desejo, como um devir de mudança, a vontade de ter uma vida melhor, não que a minha vida seja ruim, mas as oportunidades necessárias, acreditar no novo...

sábado, 2 de julho de 2016

não pontuando, não usando o concordância, não escrevendo do modo culto, mas esta sou eu... me comunicando

Não é uma foto e no meu caso nem 1000 fotos ou mais que me mostrariam, nem a discussão filosófica de quem sou, ou todo resto, e assim Juliana por mim mesmo, acaba sendo um diário comum, podia ser uma válvula de escape das prisões sociais ainda mais, mas eu evito usar o prazer de escrever como um remédio, pois viciaria com toda a ansiedade que tenho e passaria fazer por obrigação, no excesso de produção, o meu exercício é de vez em quando reler o que escrever, pontuar algumas coisas, mas principalmente viver coisas que eu possa vir a escrever...
Eu escrevo mal, em um português ruim, mas escrevo com a sinceridade quem vem da minha alma (como todos deveriam se questionar, também me questiono se tenho uma alma), mas pareço mais do que essa máquina que poderíamos descrever como corpo, sou humana, e nem me sinto mais do que uma folha de arvore ou um grão de areia, do que a mais simples das baratas, vejo gaia na vida, na conexão, mas vejo Charles Darwin, porque a evolução e a destruição também é inegável, mas o mais forte nem sempre é o mais importante de uma cadeia em si, o ser humano que tanto dou valor, acaba sendo como meu irmão descreve a bactéria, o vírus dentro do Universo, do Terra em si, pois vamos invadido espaço e adoecendo muitas coisas.
Mesmo sendo público e eu sendo uma pessoa lida, não é essa ferramenta que as pessoas me leem, eu tenho um face feito todo ansioso, todo pronto falei, uma linha do tempo recheada de informações do meu segundo e de como me sinto ou sou, eu escrevo tudo que penso e sinto, mas não é tudo do tipo eu fui ao banheiro, vou comer, escrever algumas coisas que borbulham no meu pensamento, porque passar para o papel ou para tela alivia meu pensar, que é acelerado e a mil, poderia me classificar em quase tudo, mas não sou lauda, de verdade nem louca eu sou, pois no geral razão eu tenho de sobra, até para fazer merda, tenho hipóteses diagnosticas de ansiedade, kkkkkkkkk, uma bebezinho que veio ao mundo nesse segundo e me ouvir falar sem nem respirar, já sabe que sou ansiosa, ok, tento controlar, mas isso nem é fácil, para falar a verdade nem sei se é possível, a outra coisa mental que eu padeço e não literalmente é de compulsão, isso vai desde comida, que se eu estiver falando e pensando e comendo ao mesmo tempo vou devorando tudo que esta na frente, se colocar pipoca, doce, pizza na minha frente vou comendo, o mesmo vale se colocar uma bacia de rúcula, vou devorar em quanto como. Mas a parte mais incomoda de ser compulsiva vem na prática de acumuladora, que ai eu tenho muito, se imaginou o que é muito multiplica por mil que é o que tenho de livros e o que tenho de roupa, roupa eu costumava não negar que tenho roupa para 3 Julianas e mas a maior verdade é que tenho para 6, e no geral não vou usar, e não vou arrumar, vou acumular, isso é empilhar, ter que ter, me sentir segura ao ter, e deixar como um caos para me sentir segura, porque se estiver arrumado, me sinto invadida, violada, e que as pessoas pegam o que é meu, me furtam e tão, bagunçado eu me acho, com minha memória fotográfica ou e principalmente com o carinho do meu santo predileto, meu amigo São Longuinho, que me vale em muitas e muitas horas no meu caos pessoal, fiz muita terapia para resolver isso, chego ser chata com tanta sinceridade, com tanta reação e com falar tudo da ansiedade, ai sinto vergonha, tento muito me controlar, mas dói, é da mente, mas dói fisicamente, além de no meu caso engordar, dar asma e todo resto que é físico, e dar manchas roxas no corpo e sono ruim, dormir bem me ajuda demais em ser mais feliz... eu não arrumo porque gosto do bagunçado, mas o bagunçado mesmo que não sujo, dá vergonha social, e a família em si se incomoda demais, eu amo o caos, me sinto com uma energia mágica, mas penso em abrir mão pelos amor ao próximo, é algo velado, escondido, mas eu vivo isso. Tenho pavor de barata, loto de veneno esse caos, e nos dias que arrumo, depois voltou a soltar pelos cômodos, porque se estiver arrumado demais me falta paz, as vezes organizo em caixinha, mas no geral tudo vira coleção, e em excesso.
Quando essa postagem começou não ia ser disso que eu ia escrever, para falar a verdade eu ia escrever algo em outro blog, mas abri essa guia e assim foi... chegando em lugar nenhum mas postando by eu

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Luas para mim mesmo

Eu pensei em alguém que não existe em lógica, mas que existe no meu imaginário, que me faz sonhar acordada e dormindo, porque eu sei que sou amada... Viver coisas que surpreendem... Fantasias...
Pensando e rindo de coisas como o sapato ... aquele algo em azul...
E os motivos para sorrir...

Ah é quem precisa de lua de Mel, quero lua de Laka (sim chocolate branco) e lua de Nutella...
Fiquei pensando em dar uma colher de chá do meu imaginário, desse morrer de amor...


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ahh virgo

coisas que não fiz... não esperei a hora certa... mas vivi muitas outras horas certas para o que queria... não acreditei no príncipe encantado... mas senti falta de alguns ritos... de uma certa fantasia...

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Promessas e retrospectivas de um ano bom...

Acho mais fácil agradecer o que foi bom do que reclamar do que não foi, fiz escolhas e estou em paz, mesmo tendo feitos coisas que nem imaginaria, mas tenho firme em meu proposito que Deus me segura pela mão... sou ainda tão criança que faço isso de escrever no fim do ano diretamente para a Providência Divina, para o Universo conspirar a meu favor, ainda é como escrever para o Papai Noel...

revele o novo